sexta-feira, 7 de setembro de 2012

Empatas

A primeira jornada da Série E da 3ªDivisão colocou frente a frente duas equipas que se encontraram na última ronda da época passada.

2/9/2012
Arb: Sandro Soares (AF Leiria)
REAL SC-João Ascenso; David Rosa (cap.), Jibril, Araújo e Rui Loures; Bernardo, Paulinho e Ladeiras; Mota, Tino e Caramelo
Tr. João Silva

CA PERO PINHEIRO-Pescadinha; Fábio Graça, Cláudio Jerónimo, Darry e César; Aguiar (cap.), Saramago e Fernandes; Diogo, Geraldino e Abiud
Tr. Hélder Ferreira

A equipa visitante foi a primeira a chegar à frente, tendo conquistado dois cantos nos primeiros momentos de jogo. O primeiro quarto de hora foi francamente fraco de parte a parte. Aos 26', Mota remata por cima. O Pero Pinheiro respondeu por Saramago e Geraldino mas sem criar perigo para João Ascenso. Ainda assim, o Pero Pinheiro estava mais tempo no meio campo do Real. Aos 35', o central Cláudio Jerónimo desvia de cabeça ao lado um livre apontado por César.
Para o segundo tempo, nenhum dos técnicos fez qualquer substituição. O jogo foi mantendo a mesma toada, valendo essencialmente pelos últimos quinze minutos. Aos 72', Ventura aponta um canto em que a bola ainda bate no poste para, na resposta, o Pero Pinheiro levar algum perigo à outra área. Três minutos depois,  Saramago assiste de cabeça para a marca de grande penalidade, onde surge Geraldino que não perdoa. O empate que se ajustava esta desfeito e constituía um desafio à jovem equipa do Real. Esta respondeu bem e, cinco minutos depois, Jibril coloca a bola nas redes numa bola cruzada já depois de ultrapassada a linha de fundo. O empate surgiria já em cima do último minuto do tempo regulamentar. Primeiro, Pratas cabeceou à barra. Do canto que se seguiu, a bola cruzada por Rui Loures vai ter com o jovem ex-Sacavenense que fez o empate. O resultado final foi o empate a um golo, num jogo fraco em que a melhor equipa em campo foi chefiada pelo árbitro Sandro Soares (AF Leiria).

Para além do árbitro, destaco pela positiva o miolo do Pero Pinheiro, em que os experientes Aguiar e Saramago deram muito trabalho a Bernardo e Paulinho. Da parte do Real, o processo ofensivo depende muito da criatividade de Ladeiras. Tino mostra pormenores que justificam ter andado por clubes com maiores aspirações do que o Real actual.

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