sábado, 13 de abril de 2013
Nulo penalizador
segunda-feira, 1 de abril de 2013
Parece mentira - o colombiano cingalês
Mohammed Ahamad (NIKKI) é um jovem nascido em Colombo. A capital do Sri Lanka deve o nome aos portugueses que pegaram no nome que os locais davam à cidade e o aportuguesaram.
sábado, 30 de março de 2013
Mafra a caminho da Honra
sábado, 2 de abril de 2011
Real empata em Mafra
Na primeira vez que o Real venceu em Mafra, os golos do clube de Queluz-Massamá foram marcados pelos agora mafrenses Nuno Gomes e Paulo Renato e no banco estava Jorge Paixão, agora Treinador do Mafra. No Domingo passado, as equipas dos dois clubes voltaram a encontrar-se num jogo que ficou marcado por outros reencontros. Tuga e Kifuta já jogaram no Real, enquanto que Eduardo Simões e Ivanir já alinharam pelo Mafra. Por outro lado, Dino, Diogo, Hugo Rosa e Zé Mário, figuras do Casa Pia nos tempos de Jorge Paixão, acompanharam o técnico almadense nas passagens pelo Real e pelo Atlético, antes de regressarem ao clube liderado por José Libório.
Num jogo em que a vitória era o único resultado que interessava, o Real entrou muito pressionante, impedindo o Mafra de saír a jogar. O jogo foi sempre muito disputado, apesar de não haver oportunidades claras de golo. A figura do jogo, pela negativa, foi o árbitro da partida.
Tecnicamente nem esteve mal, mas disciplinarmente foi desastroso. Como se isso não bastasse, fez uma daquelas arbitragens sem personalidade em que o árbitro demonstra falta de coragem de assumir decisões.
Assim se explica o segundo amarelo simultâneo a Tiago Costa e Dino. Se havia motivo para acção disciplinar nesse lance, seria apenas a expulsão do jogador do Mafra. Sete minutos depois a cena repetiu-se. Desta vez, os intervenientes foram Bruno Fernandes e Kifuta. Por outro lado, Sérgio Marquês insistiu no jogo faltoso, só sendo “amarelado” a quinze minutos do fim da partida. Curiosamente, o árbitro aveirense vai apitar ao Caniçal amanhã...
Voltando ao futebol, diga-se que foi já a jogar com dez que o Real chegou à vantagem. A jogar e toada de contra-ataque devido à inferioridade numérica, uma excelente arrancada de David Rosa surpreendeu a defesa do Mafra. À entrada da área, colocou a bola em Diogo que desmarcou Tiago Rente. O atacante alentejano rematou cruzado, batendo Márcio Santos. Quatro minutos depois, o árbitro mostra o segundo amarelo a Tiago Costa e Dino, deixando as equipas a jogar um 10 (Mafra) para 9 (Real). Apesar do imenso espaço impossível de ocupar pelos 9 jogadores disponíveis em campo, o Real susteve a natural investida do Mafra durante mais de vinte minutos.
Foi já ao minuto 86 que Nuno Gomes aproveita um ressalto na área para rematar ao canto esquerdo da baliza defendida por Bruno Fernandes, fazendo o resultado final da partida num jogo marcado por uma das melhores exibições do Real nesta época malfadada. Amanhã segue-se a recepção ao Atlético SC.
segunda-feira, 6 de dezembro de 2010
Lotaria vai para Mafra

O jogo que marcava também os regressos de Nuno Gomes, Kifuta, Tuga e Jorge Paixão ao clube de Queluz-Massamá foi dominado pela intempérie. Não me recordo de assistir a um jogo em que, apesar de iniciado pelas 15 horas, houvesse a necessidade de recorrer à iluminação artificial durante a primeira parte!
A lotaria acabou por sorrir ao Mafra, fruto de um golo marcado por Kifuta a meio da segunda parte. Futebol houve muito pouco. Após o golo, a entrada de João Afonso acabou com o pouco que restava. O experiente central de Torres Vedras foi colocado em campo para reforçar o centro da defesa com Samuel e Diogo e não perdeu uma oportunidade para parar o jogo. Os 4 minutos dados pelo árbitro algarvio foram um absurdo. Acabou por ser um pormenor numa arbitragem de bom nível.
Considerando as condições do terreno, é de salientar positivamente a inexistência de cartões, o que remete para a extrema correcção verificada entre as duas equipas. Destaque para a prestação de Hugo Rosa. Apesar de muitas vezes desacompanhado, deu sempre luta à defesa amarela. Nota positiva também para o meio campo do Mafra, nomeadamente para o capitão Ricardo Correia, grande pulmão. 
O registo negativo vai para mais uma derrota do Real, a quarta consecutiva, que leva a equipa para um lugar de descida à 3ªDivisão. Decorrido um terço do campeonato, julgo ser altura de fazer um pequeno balanço.
MAIS – Bruno Fernandes, Eduardo Simões e Hugo Rosa são os únicos jogadores que alinharam nas dez primeira partidas do campeonato. Não surpreende. São claramente os jogadores indiscutíveis do plantel. Cada um deles merecedor de palcos mais mediáticos, emprestam qualidade à equipa. Dino e Diogo continuam a pautar as suas actuações com a regularidade já (re)conhecida, enquanto que os reforços Sabino, Kikas e Tiago Conceição já mostraram ser mais-valias para o plantel, apesar de Sabino parecer ainda procurar a sua melhor forma. Apesar das prestações globalmente positivas, os reforços Dani, Ivanir e Arroja têm demonstrado alguma irregularidade.
MENOS – seis expulsões em dez jogos não são um registo positivo. Se nos lembrarmos que uma foi por palavras (Ivanir), outra por incúria (Dani) e a de Friday por manifesta e inadmissível falta de controlo emocional, então a foto fica ainda mais negra. Jorge Amaral tem uma palavra a dizer (também) nesta vertente. Pela trajectória futebolística, esperar-se-ia bem mais de David Nuñez e Tiago Rente. Outra das desilusões tem sido Tigas. O criativo esquerdino tem sido pouco utiliazdo, apesar de ter alinhado em nove das dez partidas. No entanto parece desmotivado e lento. A propósito de lentidão, que dizer de Godinho, o jovem que tanto elogiei na época passada, ao serviço do Sacavenense. É certo que a 2ªDivisão não é a Divisão de Honra da AF Lisboa, mas quem viu Godinho a época passada, dificilmente o reconhece no jogador que parece sem vontade nem velocidade. Problemas físicos ? Certo é que as oportunidades se vão esgotando. Finalmente, os nigerianos Michael e Friday. Apesar de demonstrarem algumas características fundamentais para a prática da modalidade, parece faltar-lhes sentido posicional. As dificuldades de comunicação são ainda mais relevantes quato maior a necessidade do técnico intervir para corrigir posições.
A REVER – os jovens Henrique Gomes (cedido pelo Sporting) e Luizinho já demonstraram qualidades que merecem ser revistas.
Jorge Amaral terá de provar ter capacidade para orientar uma equipa com graves lacunas no centro do ataque. Por outro lado, terá de definir a sua linha defensiva, em que apenas Eduardo Simões e Tiago Conceição parecem indiscutíveis. No entanto, seria conveniente assumir se este joga no meio, ao lado de Eduardo Simões, ou na esquerda.
A minha aposta para o onze-base é:
Bruno Fernandes – Sabino, Eduardo Simões, Tiago Conceição, Ivanir – Dino, Diogo, Kikas e Tigas – Hugo Rosa e David Nuñez