BELENENSES – Coelho; Zazá, Pedro Ribeiro (cap.), Rafael Santos e André Pires; Victor Silva, Fernando Ferreira e Sidnei; Vítor Lemos, Miguel Rosa e Abel Camará.Tr. José Mota
TROFENSE – Marco; Pedro Santos, Elvis, Santos e Pedro Araújo; André Viana, João Viana, Tiago (cap.) e Edu; Moustapha e Reguila.
Tr. António Sousa
A necessitar apenas de um empate para se apurar para a Segunda Fase, o Belenenses entrou muito forte neste jogo frente ao Trofense. Logo aos 7’, Miguel Rosa marca um livre colocando a bola na barra.
Três minutos depois, o Belenenses volta a estar perto do golo. A partir daí, o Trofense equilibrou a partida que só voltaria a ver lances de algum perigo à meia hora de jogo. Miguel Rosa, desta vez de pé esquerdo, remata ao lado da baliza à guarda de Marco. Aos 35’, novamente Miguel Rosa. O jogador cedido pelo Benfica marca um livre que Marco defende para canto. Na sequência do mesmo, o árbitro Rui Silva assinala a primeira de três grandes penalidades que viria a assinalar. Em comum o facto de surpreender todos os presentes, desde jogadores a espectadores. Enfim... Na conversão, Miguel Rosa faria o 1-0.
Em cima do intervalo, veio a grande penalidade #2. Desta vez, foi Sidnei a tentar a conversão mas Marco defendeu.
Ao intervalo, António Sousa troca os jovens André Viana e João Viana, colocando em campo Moreilândia e Fábio Moura, outro ex-júnior. A equipa parecia dar mostras de ir em busca do empate. Aos 49’, Santos marca um livre à figura de Coelho. Ao contrário do que se esperava, acabou por ser o Belenenses a aumentar a vantagem. Minuto 55. Camará fura pela direita, cruza para a área onde Miguel Rosa, de costas para a baliza, passa para Vítor Lemos que, melhor colocado, não perdoa. O Trofense sentiu o golo e demorou a reagir. Aos 65’, quando o mais provável seria colocar André Carvalhas em campo, António Sousa foi forçado a trocar o lesionado Pedro Santos por Rafa. Dois minutos depois, o goleador Reguila cabeceia ao lado naquele que foi o primeiro lance de registo do avançado trofense. Aos 69’, Mota troca Victor Silva pelo avançado Tomané, passando Camará a jogar mais junto à linha. Seis minutos decorridos, Rui Silva marca o penalty #3, desta vez a favor do Trofense. Reguila não desperdiça e coloca o marcador em 2-1.
No recomeço da partida, Tomané está perto do 3-1 mas o remate sai por cima. Lesionado, André Pires dá o seu lugar a Rodrigo António. A equipa da Trofa procurava agora chegar ao empate mas não criava perigo. Em contra-ataque, o Belenenses está novamente perto do golo aos 86’, com Rafael Santos a cabecear ao lado. Acabou por ser já ao nonagésimo minuto que surgiu o golo da tranquilidade num remate de Fernando Ferreira que não deu qualquer hipótese a Marco. Estava feito o resultado final de um jogo em que o Belenenses pareceu estar de regresso aos bons jogos e o Trofense confirmou viver um momento complicado.


A partir da meia-hora de jogo, a partida entrou numa toada mais morna que durou até ao intervalo, sem que surgissem mais lances de perigo. João de Deus e Nicolau Vaqueiro não efectuaram mexidas nas equipas ao intervalo. Ao contrário do que acontecera na primeira, o Freamunde entrou mais forte na segunda parte, chegando ao golo aos 50’. Marco Matias desmarca-se nas costas de Rolão e remata cruzado sem hipóteses para Botelho. Depois do golo sofrido, João de Deus troca Filipe Ferreira por Ailton, colocando o ponta-de-lança internacional pela Guiné Bissau encostado ao flanco esquerdo do ataque do Atlético. 