Arb: Olegário Benquerença
BELENENSES-Coelho; Duarte Machado, Pedro Ribeiro, Rafael Santos e André Pires; Fernando Ferreira, Victor Silva, Sidnei; Miguel Rosa, Victor Lemos, Camará
Tr. José Mota
ATLÉTICO-Caleb; Luís Dias, Vítor Bastos, Rolão e Stephane; Leandro Pimenta, Laurindo, Nélson Veiga; Bruno Carvalho, Hugo Lopez e Tiago Caeiro
Tr. João de Deus
O Atlético apresenta-se com um equipamento que recorda o utilizado pela selecção inglesa na década de 80.
3’ – Amarelo a Pedro Ribeiro (Belenenses);
5' - Grande remate de Victor Silva para espectacular defesa de Caleb;
10' - Mais uma falta assinalada a Pedro Ribeiro na marcação a Tiago Caeiro. O livre de Hugo López sai à figura de Coelho;
11' - Laurindo amarelado. Ouvem-se os guinchos que se condenam;
16' - Mais um canto sem perigo a favor do Belenenses;
18' - Bola colocada nas costas dos centrais do Atlético mas Caleb antecipa-se a Miguel Rosa;
20' - Ainda sem lances de perigo, a maior toada ofensiva é do Belenenses, com o Atlético a ter dificuldades na construção de jogadas de ataque;
21' - Nélson Veiga vê amarelo após travar Fernando Ferreira;
23' - Melhor lance do Atlético. Combinação do lado direito com Hugo López a cruzar para a área, onde Pedro Ribeiro fez um corte tão atabalhoado como eficiente;
25' - Canto a favor do Atlético, com os jogadores de Alcântara a colocarem-se todos junto da linha de golo, "convidando" Olegário a assinalar falta ofensiva interrompendo o lance;
27' - Nélson Veiga falha o corte, a bola sobra para Sidnei que cruza para cabeceamento ao lado de Camará;
32' - Minutos de mau futebol no Restelo;
35' - Camará é assistido após lance disputado com Rolão;
36' - Stephane cruza largo para a área e Fernando Ferreira corta a bola para a sua baliza. A bola bate no poste e sai para canto;
41' - SportTV engana-se. O último jogo para o Campeonato entre as duas equipas foi em 1982-83, aquando da primeira presença do Belenenses na antiga 2ªDivisão. Na 1ªDivisão, foi de facto em 1976-77, última presença do Atlético no escalão maior;
43' - Posse de bola: 54%/46% favorável ao Belenenses;
44' - Pressão final do Belenenses antes do intervalo após vários minutos sem se aproximar da baliza de Caleb;
45'+1 - Olegário Benquerença apita para o intervalo.
Aceita-se o nulo num jogo muito disputado mas sem grandes motivos de interesse.
INTERVALO
Começa a 2ª Parte. Os técnicos mantêm os onze.
47' - Camará faz o primeiro remate da 2ªParte. Sai por cima;
48' - Sidnei cruza para área onde surge Rafael Santos a cabecear ao lado, no lance de maior perigo belenense até ao momento;
52' - Amarelo para Leandro Pimenta;
53' - Bruno Carvalho remata de fora da área mas a bola sai muito mal do pé direito do ex-Farense;
56' - José Mota faz saír Sidnei para entrar Waldir;
60' - Tiago Caeiro continua a ganhar lances de cabeça mas não tem sequência no ataque do Atlético;
63' - Victor Lemos dribla Luís Dias na área mas remata mal em vez de cruzar;
64' - Melhor ocaisão de golo da partida. Miguel Rosa isola-se, remata mas Caleb defende com o pé;
66' - Mais uma oportunidade para Miguel Rosa, com a bola a desviar no corpo de um central do Atlético;
67' - Nélson Veiga corta em carrinho dentro da área. Muitos protestos dos adeptos da casa. Olegário deixou seguir;
68' - João de Deus mexe na equipa no melhor período do Belenenses na partida. Saem Hugo Lopez e Tiago Caeiro, para a entrada de Saramago e Ailton;
73' - O Atlético passa os últimos minutos no meio campo do Belenenses, trocando melhor a bola mas sem criar perigo para Coelho;
74' - Ailton remata muito por cima;
75' - Mota troca André Pires por Tomané, reforçando o ataque;
77' - Miguel Rosa cabeceia mas a bola sai fraca para as mãos de Caleb;
81' - João de Deus mexe na equipa pela última vez. Sai Bruno Carvalho e entra José Coelho;
82' - Mota responde com a saída de Victor Silva e a entrada de Rodrigo António;
84' - Ailton ganha mais um canto;
86' - Vítor Bastos vê amarelo;
89' - Ailton carregado em falta à entrada da área. Livre marcado por Leandro Pimenta junto da trave;
90' - O árbitro concede três minutos de compensação;
90'+2 - Remate forte de fora da área. Ailton perto do golo para o Atlético;
90'+3 - O jogo termina com a bola nas mãos de Caleb após um livre para a área. Olegário inventara uma falta a meio campo.
O Atlético começa esta aventura que será a época de estreia na Liga de Honra com um empate no Restelo. A segunda parte foi melhor que a primeira, mas o Belenenses não mostrou a mesma força atacante que mostrara no jogo frente ao Trofense para a Taça da Liga.
sábado, 20 de agosto de 2011
Belenenses-Atlético 0-0 - acompanhamento em directo
sábado, 6 de agosto de 2011
Estreia de aviso
31 de Julho de 2011Taça da Liga
Estádio José Gomes
Arb: André Gralha
ATLÉTICO – Botelho; Luís Dias, Rolão (cap.), Vítor Bastos e Leandro Pimenta; João Meira, Marcelo e Coelho; Filipe Ferreira, Bruno Carvalho e Tiago Caeiro
Tr. João de Deus
FREAMUNDE – Assis; João Amorim, Luís Pedro (cap.), Sérgio Nunes e Serginho; Nana K, Bruno Magalhães e Luciano; Tarcísio, Marco Matias e Bock
Tr. Nicolau Vaqueiro
Naquela que foi a estreia do Atlético na Taça da Liga, a equipa de Alcântara recebeu o Freamunde no Estádio José Gomes, na Reboleira. Após uma entrada forte do Atlético, com Coelho em evidencia, o Freamunde começou a equilibrar a partida. Aos 9’, praticamente na primeira vez que chegou à baliza do Atlético, o Freamunde coloca a bola nas redes à guarda de Botelho. Bock estaria fora-de-jogo. Três minutos depois, novo lance na área do Atlético. A bola sobra para Nana K que não consegue melhor do que rematar à figura de Botelho. Pouco depois, Coelho cruza para a cabeça de Filipe Ferreira mas Assis defende. Aos 23’, remate forte de Serginho às malhas laterais das redes à guarda de Botelho. De seguida, Bock remata cruzado ao lado. O Atlético passava por maus momentos. Aos 27’, Coelho perde a bola a meio-campo, provocando algum perigo para os seus colegas da defesa. A cena voltaria a repetir-se duas vezes, num decréscimo evidente na prestação do jovem cedido pelo Benfica.
A partir da meia-hora de jogo, a partida entrou numa toada mais morna que durou até ao intervalo, sem que surgissem mais lances de perigo. João de Deus e Nicolau Vaqueiro não efectuaram mexidas nas equipas ao intervalo. Ao contrário do que acontecera na primeira, o Freamunde entrou mais forte na segunda parte, chegando ao golo aos 50’. Marco Matias desmarca-se nas costas de Rolão e remata cruzado sem hipóteses para Botelho. Depois do golo sofrido, João de Deus troca Filipe Ferreira por Ailton, colocando o ponta-de-lança internacional pela Guiné Bissau encostado ao flanco esquerdo do ataque do Atlético. Aos 61’, Bock está perto do segundo golo na sequência de um canto.
João de Deus volta a mexer na equipa. Retira Coelho e coloca Laurindo em campo. O médio formado no Est.Amadora impôs um ritmo novo na partida, visível pouco depois (65’), numa jogada em que combinou com o lateral Luís Dias. A jogada culminou com um cruzamento para a área, onde Ailton rematou mas a bola rechaçou num defesa do Freamunde. Na sequência deste lance, Nicolau Vaqueiro trocou Luciano por João Rodrigues. Seis minutos depois, João Meira (jogo fraco a meio-campo) foi rendido por Saramago. O jogo estava algo partido, sucedendo-se jogadas de um lado e do outro. Aos 78’, Bock não consegue evitar uma boa defesa de Botelho que evitava assim o 0-2, numa jogada de contra-ataque. Dois minutos depois, Nicolau Vaqueiro faz duas substituições, fazendo entrar Hélder Sousa e Pedro Henrique para os lugares de Tarcísio e Marco Matias. Aos 84’, na marcação de um livre, Leandro Pimenta remata ao lado da baliza de Assis. Em mais um contra-ataque, o recém entrado Pedro Henrique remata cruzado ao lado da baliza do Atlético. O jogo aproximava-se do fim e o último lance digno de registo ocorreu já em período de compensação quando Ailton remata forte para uma grande defesa de Assis, que garantia assim os três pontos do Freamunde.
Observações:
- A adaptação de Leandro Pimenta a lateral esquerdo foi muito prejudicial para o Atlético. O jovem médio cedido pelo Benfica, antigo capitão dos Juniores da equipa encarnada, nunca conseguiu adaptar-se à posição, falhando muitos passes.
- Na defesa do Atlético, nota positiva apenas para o jovem vimaranense Vítor Bastos e para o seguro lateral Luís Dias. O capitão Rolão pareceu estranhamente intranquilo.
- João Meira, Bruno Carvalho e Tiago Caeiro estiveram como que ausentes do jogo. Curiosamente, os dois últimos jogaram durante os 90’.
- Laurindo e Ailton demonstraram ser opções merecedoras do onze inicial, por aquilo que mostraram no pouco tempo em que alinharam na partida.
- Luís Pedro e Sérgio Nunes (sim, o central que chegou a jogar no Benfica) formaram uma dupla de centrais muito segura.
- Marco Matias e Bock formam uma dupla terrível. O jovem formado no Sporting e com contrato com o V.Guimarães parece ter um grande futuro à sua frente, consiga conter alguma tendência para se envolver em picardias desnecessárias. O veterano e temível Bock (melhor marcador da última edição da Liga de Honra) é daqueles jogadores que sabe tudo de futebol. Domina os tempos de jogo, “comunica” com o árbitro, ganha posição frente a defesas mais fortes e mais rápidos, remata bem e revela um oportunismo impressionante. Nunca jogou no escalão principal. Porque será ?
- O Atlético poderá e deverá retirar lições deste jogo. As competições da Liga são bem diferentes da 2ªDivisão, principalmente no ritmo de jogo, mais do que na qualidade individual dos atletas. Com a saída de Rudi e Carlitos, parece-me que mudar demasiado a equipa base que resta não trará nada de positivo. Pode ser que me engane.
- Não fiz referência a qualquer lance que envolvesse a equipa de arbitragem. Ainda bem. É muito bom sinal.
- O Estádio José Gomes já foi palco de jogos de bancadas repletas. Ver aquelas bancadas desertas é triste mas ainda mais triste é a situação em que o clube seu proprietário se encontra.
sexta-feira, 29 de julho de 2011
Atlético na Taça

Este Domingo, o Atlético receberá o Freamunde no Estádio José Gomes. Joga-se a primeira jornada da 1ªFase da Taça da Liga. É a estreia do histórico clube de Alcântara em provas organizadas pela Liga Portuguesa de Futebol Profissional. No entanto, o Atlético é um dos clubes com maior historial na Taça de Portugal. Até à época 2010-11, o Atlético disputou 201 jogos, tendo vencido 91, empatado 27 e perdido 83. Em termos de golos, marcou 320 e sofreu 307. Para se ter uma ideia da relevância destes números, refira-se que apenas novo clubes disputaram mais jogos a contar para a Taça de Portugal do que o Atlético e apenas onze venceram mais vezes. Por outro lado, só a Académica perdeu mais jogos. Considerando três pontos por vitória e um por empate, o Atlético ocupa a 11ª posição, descendo para 141º no ratio pontos por jogo.
O resultado mais volumoso obtido pelo Atlético aconteceu na época 1979/80. Jogava-se a 1ªEliminatória. Depois de um empate no jogo disputado na Trafaria, o Atlético venceu o clube da AF Setúbal por 7-0. Essa época culminaria com a descida do Atlético à 3ªDivisão Nacional, pela primeira vez na sua História. Quanto à pior derrota, verificou-se em 1962/63. Depois de eliminar Barreirense e Portimonense, o Atlético disputou a 3ªEliminatória com o Sporting CP. Na 1ªMão, disputada a 19 de Maio de 1963 no antigo Estádio José de Alvalade, o Atlético sofreu 10 golos sem conseguir marcar um único. Figueiredo e Mascarenhas fizeram 4 golos cada! No final da época, o Atlético desceria à 2ªDivisão e o Sporting venceria a Taça.
O Atlético tem, ainda assim, boas recordações de jogos contra os chamados Grandes do nosso Futebol. Para além da ainda recente vitória no Dragão (2006/07), o Atlético vencera os portistas nas Meias-Finais de 1945/46 – 2-1, golos de Gregório e Guedes. Meses antes, na deslocação ao Estádio do Lima, o Atlético fôra derrotado por 11-0! No Campeonato Nacional, o Atlético terminaria em 5º lugar, um ponto acima do... FC Porto, na época do título do rival Belenenses. Nos ¼ de Final, eliminara o SL Benfica (3-2), mas acabaria por perder a Final frente ao Sporting, numa Final em que Peyroteo fez a diferença com dois golos, na vitória sportinguista por 4-2. Mas o Atlético também já ganhou ao Sporting em jogos da Taça de Portugal.
1956/57 - 2ªMão dos Oitavos-de-Final. O Sporting vencera a primeira mão por 3-1. Na Tapadinha, dois golos de Martinez colocaram o marcador em 2-0 a favor dos alcantarenses, mas um golo de Martins terminaria com as aspirações do Atlético. Anos antes, a época 1948/49 veria o Atlético alcançar a sua segunda e última Final. Depois de eliminar Barreirense, Famalicão, Lusitano VRSA e SC Covilhã, o Atlético defrontou o SL Benfica na Final. Os encarnados venceram por 2-1, mas os golos só surgiram no último ¼ de hora de jogo. Corona e Rogério deram vantagem ao SL Benfica, tendo Armindo Silva reduzido em cima do apito final.
A rivalidade do Atlético com os azuis de Belém tem tido na Taça de Portugal uma superioridade absoluta do Belenenses. A História regista oito jogos em quatro eliminatórias. Nas épocas 1943/44, 1958/59 e 1959/60, as eliminatórias ainda eram disputadas a duas mãos e o Belenenses venceu os 6 jogos! Quase vinte anos depois (1978/79), os dois rivais voltariam a encontrar-se em jogos da Taça de Portugal pela última vez. Na Tapadinha, o Atlético conseguiu não perder a única das partidas disputadas com o seu rival para a Taça. No jogo de desempate, o Belenenses venceria por 2-0. Jogava-se a 4ªEliminatória.
Atlético e Freamunde começam a época defrontando-se pela primeira vez na História. Dada a distância ditada pela Geografia e o facto do Freamunde nunca ter disputado a 1ªDivisão, apenas a Taça de Portugal poderia ter juntado estes dois emblemas, mas isso nunca aconteceu. Será a Taça da Liga a fazê-lo.
sexta-feira, 3 de junho de 2011
Honra para o Atlético
No Domingo, o Atlético entrou em campo para defrontar o Padroense com oito jogadores com passagens pela Liga de Honra. Apenas João Meira e os gémeros Aires e Rudi nunca alinharam na prova que o Atlético disputará na próxima época. Ao contrário do seu opositor, o Padroense apresentava apenas um jogador com esse tipo de experiência no onze inicial. Refiro-me a Mariano, médio de 35 anos formado no FC Porto e com experiência de 1ªDivisão, ao serviço de Salgueiros, Varzim, Marítimo e Penafiel, totalizando quase 200 jogos. Cumpre a terceira época no Padroense. Infelizmente para o clube matosinhense, Mariano foi o autor do golo da vitória do Atlético, num desvio infeliz na marcação de um canto.
Curiosamente, ao longo da época, o Padroense já beneficiara de três auto-golos sem que um seu atleta tivesse passado por essa experiência. Do lado do Atlético, o lance infeliz de Mariano foi mesmo o primeiro auto-golo da época, tanto a favor como contra. Antes desse lance, Ailton havia permitido a defesa de Marco na marcação de um pontapé da marca de grande penalidade bem assinalada pelo aveirense António Costa.
A defesa do Padroense parecia acusar a responsabilidade da partida, nomeadamente os centrais Vila e Armando que cometeram diversos erros não aproveitados pelos avançados do Atlético. Do outro lado, e apesar da maior experiência da defesa alcantarense, foi Botelho que teve de se aplicar por duas vezes antes do intervalo.
Para a segunda metade, Augusto Mata retirou do jogo o jovem Mário Costa e colocou em campo o ponta-de-lança Marcão, brasileiro de 37 anos que chegou a alinhar pelo Est.Amadora na Liga de Honra em 2001/02. A toada do jogo passou a ser outra. O Padroense colocava bolas na área procurando a cabeça de Marcão, enquanto o Atlético ía criando perigo em contra-ataque, onde Laurindo se mostraria perdulário aos 74’.
Parecia que o jogo não iria terminar sem que mais golos se registassem mas isso não viria a acontecer, pelo que o Atlético garantia um lugar na Liga de Honra 2011/12, onde defrontará o vizinho e rival Belenenses. A subida do Atlético marca o regresso de um clube histórico às provas profissionais. Refira-se que, para além dos chamados três grandes, apenas oito clubes têm mais presenças na 1ªDivisão do que o clube de Alcântara, apesar da última presença ter sido em 1976/77. A experiência recente de clubes como Barreirense ou Olivais e Moscavide deverão servir de alerta para os responsáveis do Atlético. Caso contrário, a festa de Domingo passado poderia transformar-se em pesadelo dentro de dois ou três anos.
domingo, 29 de maio de 2011
Atlético-Padroense - antevisão numérica

Um clube com 24 presenças no escalão maior recebe outro que tem apenas 6 presenças nos Campeonatos Nacionais. Aquando da última participação do Atlético na 1ªDivisão (1976/77), o Padroense disputava a antiga 2ªDivisão da AF Porto. Na época seguinte, desceria mesmo à 3ª! A última época nos Distritais ainda é recente – 2006/07. Mas é o clube de Matosinhos que se apresenta em Alcântara este Domingo melhor posicionado para garantir a subida à Liga de Honra. A equipa que vencer festeja já a subida, mas um empate adia tudo para as viagens à Madeira. Aqui ficam alguns dados das épocas dos dois clubes em contenda:
Vitórias:
ACP - 19
PFC - 17
Empates:
ACP - 10
PFC - 9
Derrotas:
ACP - 3
PFC - 6
Golos Marcados:
ACP - 51
PFC - 49
Golos Sofridos:
ACP - 29
PFC - 31
Amarelos:
ACP - 59
PFC - 84
Vermelhos:
ACP - 3
PFC - 6
Vitórias Consecutivas:
ACP - 7
PFC - 4
Jogos consecutivos a marcar:
ACP - 13
PFC - 7
Jogos consecutivos sem sofrer:
ACP - 3
PFC - 2
Maior Vitória:
ACP - 4-1 vs Atlético Reguengos, 3-0 vs Pinhalnovense e Lagoa
PFC - 4-1 vs Pampilhosa e Atlético, 3-0 vs Sertanense
Maior Derrota:
ACP - 1-4 vs Padroense
PFC - 3-5 vs União da Serra
Jogadores utilizados:
ACP - 22
PFC - 21
Minutos por Jogo por Atleta utilizado:
ACP - 66,1
PFC - 64,9
Minutos por Jogo dos Onze mais utilizados:
ACP - 77,5
PFC - 82,5
Jogadores mais utilizados:
ACP – João Meira (2787’), Laurindo (2745’) e Botelho (2700’)
PFC – André Simões (2813’), Paulinho (2803’) e Marco (2700’)
Mais Golos:
ACP - Tiago Caeiro (11), Rudi (10) e Ailton (8)
PFC - Marcão (12), Silva (8) e André Simões (7)
Mais Amarelos:
ACP - Laurindo (11), João Meira (9) e Paulo Sérgio (7)
PFC - Daniel (13), Vila e Armando (8)
Mais Vermelhos:
ACP - Bruno Brito, Hernâni e Rudi (1)
PFC - Daniel e Mariano (2)
Média Etária dos Onze mais utilizados:
ACP - 28,7
PFC - 27,2