sábado, 9 de março de 2013
Nulo penalizador
sábado, 15 de dezembro de 2012
Um ponto ganho ou dois pontos perdidos ?
quinta-feira, 19 de janeiro de 2012
A História repete-se
15/1/2012
3ªDivisão – Série E – 14ªJornada
Estádio Municipal de Ponte de Sôr
Arb: Pedro Azevedo (AF Setúbal)
ELÉCTRICO-Rodolfo; Sandro, Miguel Fernandes (cap.), Gonçalo Lelé e Rui Sousa; André Dias, Djaló e David Nunes; Patrick, Santana e Capitão Mor. Tr. Rui Fonseca
REAL-André Martins; Paulinho, Dino (cap.), Bruno Lourenço e Miguel Gonçalves; Kikas, Tiago Gonçalves e Michael; Ventura, Rodrigo e Alcides. Tr. João Silva
O futebol tem destas coisas. O Real tem melhores jogadores do que o Eléctrico mas os alentejanos venceram o Real por 2-0, tal como já haviam feito na primeira volta. Quem viu os dois jogos, pareceu ver apenas um. À fantasia da equipa do Real, o Eléctrico respondeu com coesão defensiva (tem a melhor defesa da prova) e contra-ataques mortíferos. No aspecto defensivo, destaque para o pequeno lateral Sandro. Nos duelos directos com Rodrigo, foi quase sempre o defesa do Eléctrico a levar a melhor, principalmente no segundo tempo. Por outro lado, a procura do jogo aéreo para Capitão Mor e Santana não teve resposta à altura do outro lado, dado que não é o tipo de jogo adequado aos jogadores do Real. Foi num desses lances que a bola encontrou Patrick entre Bruno Lourenço e Miguel Gonçalves para o primeiro golo aos 40’. Apesar de ter criado mais chances de golo do que o Eléctrico, o Real voltou a pecar na finalização. Aos 75’, o árbitro setubalense assinala falta na área do Real mas André Martins defendeu a grande penalidade marcada por Santana, ao contrário do que acontecera na primeira volta. Já em período de compensação, Cláudio (ex-Boavista e Sacavenense) finaliza um contra-ataque e fecha o resultado da partida.
Apesar de ter matéria-prima superior à do adversário, a falta de eficácia ofensiva teve a penalização merecida por parte de uma equipa coesa que demonstra ter um futebol mais adequado a uma 3ªDivisão Nacional.
domingo, 25 de setembro de 2011
Estrelinha Eléctrico
Aquando da expulsão, José Marcos foi forçado a colocar o guardião Pedro Silva, retirando o criativo Rodrigo. Seguiram-se minutos de alguma desorientação da equipa da casa. Nesse período, Sandro surgiu isolado frente a Pedro Silva que fez bem a mancha (34’) e André Dias quase bisava, num remate em que a bola vai ao poste (39’).
Na segunda parte, a equipa do Real surgiu mais afoita. Aos 52’, José Marcos troca Job por Paulinho e, aos 60’, Miguel Gonçalves por Luís Carlos. No entanto, o Real não conseguiu superar as dificuldades de finalização que se vêm sentindo neste início de época. Neste particular, destaque para as perdidas de Dino (61’) e Hélder Monteiro (76’) que, em dois momentos, não consegue finalizar.
O último quarto de hora de jogo não teve momentos de perigo para qualquer das balizas, num jogo que ficou decidido aos 25’ do primeiro tempo e em que a equipa de arbitragem chefiada por Carlos Cordeiro (AF Setúbal) não teve influência no resultado.
segunda-feira, 14 de setembro de 2009
Oriental-Eléctrico - Não houve Taça em Marvila
ORIENTAL-Mota; Tiago Rosa, Tozé, Toni e Marcelo Henrique; Ségio Mendonça, Samarra, Serginho (Taroco 69’) e Valdo (Mané 90+5’); Pedro Andrade e Santiago (Vítor Gomes 79’)
Não utilizados-Bruno Costa, Daniel, Cissé e Kikas
ELÉCTRICO-Passarinho; Telmo, Vinícius, Da Silva e Carlos Santos (João Neves 67’); Edgar, Ibraime (Joca 79’), Cristiano e Vasco Campos (Galacho 62’); Rui Gomes e Wilson
Não utilizados-Sérgio e Hugo
Sempre que visito o Campo Eng. Carlos Salema (terreno do Clube Oriental de Lisboa) tenho sensações mistas entre o fascínio e a desolação. Fascínio pela História que se respira naquelas velhas bancadas. Desolação pela degradação do espaço. A maior parte dos espectadores presentes terão com toda a certeza imensas histórias para contar, desde os tempos em que o Oriental jogava na 1ªDivisão. Nos últimos anos, os adeptos do clube vão vivendo o clube entre as 2ª e 3ªDivisões.
Neste Domingo, jogava-se a 2ª eliminatória da Taça de Portugal e o adversário era o Eléctrico FC. O mesmo que, em 2006/07, também se jogava a 2ªEliminatória, veio a Marvila eliminar o Oriental no desempate por pontapés da marca de grande penalidade. Foi a única ocasião em que os dois clubes se defrontaram para a Taça.
Treinados por antigos internacionais do futebol português (Carlos Manuel e Francisco Barão), Oriental e Eléctrico disputaram um jogo típico da 2ªDivisão Naconal, escalão que ambos disputam, embora em zonas diferentes.
De forma surpreendente, o Eléctrico empatou na jogada seguinte. Na sequência de uma incursão pela esquerda, Wilson ganha espaço na área orientalista e remata cruzado à saída de Mota, fazendo o empate. A velocidade do avançado de 26 anos (ex-Pescadores) que não ficou no Moura por motivos físicos e que foi recebido num clube de escalão superior, onde tem sido figura de destaque neste início de época, foi determinante. No entanto, as oportunidades de aplicar a sua mais-valia não surgiram e a primeira parte concluíu-se sem notas de relevo. O cenário manteve-se até aos 21 minutos da segunda parte, quando Santiago (avançado de 28 anos com passagens pelo Futebol Benfica, Cacém, Malveira, Amora, Mafra e U.Micaelense) replicou a acção de Wilson no 1-1, colocando o Oriental em vantagem.
Em desvantagem, o Eléctrico procurou tomar conta do jogo. No entanto, só nos últimos minutos da partida teve duas oportunidades para empatar. No primeiro lance, o recém entrado Joca desvia ao lado, depois de “furar” bem entre os centrais do Oriental. No segundo, a velocidade de Wilson voltou a aparecer, mas a finalização foi deficiente. Até ao apito final, destaque para uma entrada mais ríspida de Toni, em que o filho homónimo do antigo jogador e treinador do Benfica, viu o vermelho directo.