quarta-feira, 1 de maio de 2013
Grande Grou na descida do Oeiras
sábado, 23 de março de 2013
Sertanense em grande
sábado, 5 de maio de 2012
Nuno Alvo dá vitória ao Oeiras
sábado, 31 de março de 2012
Real atropela líder
3ªDivisão - 1ªJornada da Fase de Subida - Série E
AD OEIRAS - REAL SC 0-4
Arb: Hugo Silva (AF Santarém)
OEIRAS-Rui Santos; Damil, Lima (cap.), Nuno Abreu e Edson; Cuca, Márcio (Patrick 45') e Carlos Alves; Jorge Cordeiro, Piki (Vítor 74') e Nélson (Jean 45')
Tr. Paulo Mendes (PAULINHO)
REAL-André Martins; David Rosa, Araújo, Bruno Lourenço e Paulinho; Dino (cap.), Kikas e Miguel Gonçalves (Michael 67'); Ventura (João Paulo 76'), Caramelo (Ladeiras 82') e Alcides
Tr. João Silva
Ao intervalo, Paulinho troca Márcio e Nélson por Patrick e Jean mas a partida estava decidida. Aos 60', Ventura tira a bola a Patrick, dá para Kikas que coloca a bola nas costas dos centrais do Oeiras, isolando o inevitável Caramelo que, perante Rui Santos, remata sem hipóteses para o guardião da casa. De bola parada, Carlos Alves ainda obrigou André Martins a fazer uma boa defesa aos 66'. Ainda houve tempo para mais um fora-de-jogo duvidoso assinalado a Caramelo, quando este se isolava novamente e a melhor chance do Oeiras, com Patrick a ganhar as costas a Paulinho na área e a rematar cruzado, com André Martins a desviar. Aos 87', o recém entrado João Paulo esteve perto do 0-5 mas o resultado não sofreria alterações.
sábado, 28 de janeiro de 2012
Real bate Oeiras num jogo intenso
22/1/2012
3ªDivisão – Série E – 15ªJornada
Real SC-AD Oeiras 3-1
Arb: Miguel Jacob (AF Setúbal)
REAL SC-André Martins; Paulinho, Dino (cap.), Bruno Lourenço e Miguel Gonçalves; Tiago Gonçalves, Kikas e Michael; Ladeiras, João Paulo e Alcides. Tr. João Silva
AD OEIRAS-Rui Santos; Damil, Lima (cap.), Nuno Abreu e Edson; Cuca, Leonel e Márcio; Jorge Cordeiro, Piki e Nélson. Tr. Paulo Mendes
O jogo do passado Domingo colocava frente-a-frente duas equipas que sabem jogar à bola e que buscaram a vitória, proporcionando um bom espectáculo. Em muitos momentos, nem parecia estar a assistir a um jogo da 3ªDivisão. Apesar da classificação cavar um fosso significativo entre as duas equipas, o jogo foi muito dividido, com oportunidades de parte a parte, desde o início até ao apito final do árbitro setubalense. Na primeira metade, a criatividade de Piki e Leonel fez-se notar em alguns lances, apesar do primeiro momento de perigo ter surgido apenas aos 23’, quando Lima cabeceou à barra na sequência de um canto. Dois minutos depois, a bola esteve próximo das duas balizas, primeiro por Alcides e, de seguida, por Nélson. Com o marcador ainda em branco, a equipa visitante volta a estar próximo do golo em lances protagonizados por Jorge Cordeiro e Nélson. Não marcou o Oeiras, marcou o Real. O árbitro assistente assinala uma falta sobre Michael do lado direito do ataque do Real. Do livre resulta o cabeceamento certeiro do capitão Dino para o 1-0. Jogava-se o minuto 35 e o Real tomava a dianteira no marcador. Até ao golo, a equipa do Oeiras tinha mostrado o porquê da excelente época que tem feito. No entanto, sentiu o golo sofrido e esteve prestes a sofrer o segundo por João Paulo aos 41’.
A segunda parte começou de forma algo atabalhoada, com o Real a recuar um pouco as suas linhas e com o Oeiras a sentir muitas dificuldades para chegar à área do Real. Aos 61’, após um canto favorável ao Oeiras, Ladeiras derruba Leonel e Miguel Jacob assinala a marca de pontapé de grande penalidade. O lance foi alvo de muitos protestos dos espectadores afectos ao Real, mas pode ver-se nas imagens que a decisão foi correcta. O capitão Lima não perdoou e empatou o jogo numa altura em que o Oeiras menos fazia para o merecer. A partir daí, os jovens Márcio e Leonel procuraram pegar mais no jogo do miolo do Oeiras, abrindo espaços para as entradas dos seus colegas, com destaque para Piki que desperdiçou o 1-2 num lance em que é mal assinalado fora-de-jogo. João Silva trocou João Paulo por Caramelo e as “torres gémeas” da defesa do Oeiras passaram a ter maiores receios em subir no terreno. Os líderes da Série E não mais conseguiriam criar lances de perigo e acabariam por ser surpreendidos pelo Real. Aos 82’, de costas para a baliza, e apesar de agarrado na área, Dino consegue colocar a bola nas redes para o 2-1. Quatro minutos depois, é Ventura que, de primeira, à entrada da área e após passe de Kikas, faz o 3-1 num grande golo. Entre os dois golos do Real, Paulo Mendes ainda refrescara a equipa, trocando Márcio e Jorge Cordeiro por Patrick e Yuri, mas nada se alteraria. Antes do final da partida, ainda foi Caramelo a estar perto do 4-1.
A equipa do Real continua a demonstrar estar bem viva e em busca da primeira metade da classificação. Neste jogo, esteve bem mais feliz na finalização do que tem vindo a acontecer ao longo da época. Do lado da equipa da ADO, e apesar da derrota, ficou bem demonstrado porque está a fazer História naquela que tem sido a melhor época de sempre do clube. A terceira equipa em campo foi a menos feliz. Apesar de ter “acertado” no lance que deu o golo do Oeiras, o árbitro Miguel Jacob assinalou muitas faltas sem sentido que, ainda assim, não impediram que o jogo tivesse sido intenso e bem interessante de seguir.
Os destaques individuais vão para os já referidos Márcio, Piki e Leonel no Oeiras. No Real, o destaque vai para o guardião André Martins. A menção é justificada mais pela evolução que tem tido do que pelo jogo que fez domingo passado. Mas aquele que era, até há uns meses atrás, um foco de alguma insegurança na equipa, tornou-se num dos seus activos mais importantes, dada a segurança que já transmite a partir da baliza.
terça-feira, 4 de outubro de 2011
Eficácia-Ineficácia 3-0
Quando um jogo termina com um resultado de 3-0, o mais frequente é ter havido uma superioridade vincada de uma equipa sobre a outra. Mas nem sempre é assim. O jogo deste Domingo no Municipal de Oeiras entre a equipa da AD Oeiras e o Real SC é exemplo disso. Num jogo bem arbitrado pela equipa chefiada por Ricardo Oliveira (AF Lisboa), as equipas alinharam:AD OEIRAS-Rui Santos; Damil, Lima (cap.), Nuno Abreu e Edson; Cuca, Leonel, Jucélio, Luiz Carlos, Nélson e Piki. Tr. Paulo Mendes (Paulinho)
REAL SC-Pedro Silva; Bino, Bruno Lourenço, Wilson e Miguel Gonçalves; Kikas, Dino (cap.), Ladeiras e Michael; Rodrigo e Hélder Monteiro. Tr. José Marcos
Os lances de maior perigo na fase inicial da partida foram da equipa visitante. Aos 5’, Hélder Monteiro obriga Rui Santos à primeira defesa do jogo. Nove minutos depois, num bom lance em que a bola passa por vários jogadores, Rodrigo remata à figura do guardião do Oeiras. Quatro minutos volvidos, Hélder Monteiro foge bem à marcação mas volta a ter em Rui Santos opositor de monta. Aos 24’ surge o primeiro lance de perigo do Oeiras. Até então com uma exibição sem mácula, Wilson atrapalha-se e a bola sobra para Jucélio que desperdiça de forma incrível. Aos 27’, o Real beneficia de um livre à entrada da área mas Miguel Gonçalves leva a bola a saír por cima da barra. Os dez minutos que se seguiram não tiveram qualquer lance de perigo, registando-se a substituição de Michael por Tiago Gonçalves na equipa visitante. Aos 38’, Wilson parece ter a bola controlada junto à linha de fundo mas o rapidissimo Piki consegue roubar-lhe a bola e cruzar para a finalização de Nélson. Um pouco contra a corrente do jogo, a equipa da casa chegava à vantagem. O Real reagiu bem e, quatro minutos depois, Rodrigo demonstra toda a técnica que possui mas Rui Santos volta a defender. Em cima do intervalo, Luiz Carlos remata cruzado para defesa de Pedro Silva. Ao intervalo, Paulinho troca Nélson por Jean. A segunda parte começou na mesma toada da primeira, com o Real a desperdiçar e o Oeiras a marcar. Aos 49’, a bola é colocada na área num livre. O guardião Rui Santos sai em falso e a bola sobra para Dino que não consegue finalizar.
O jogo voltou a entrar num período equilibrado sem perigo junto das balizas. Aos 57’, Paulinho volta a mexer na equipa, retirando Leonel (desinspirado) e colocando em campo Jorge Cordeiro. Aos 63’, novo lance bem construído pelo Real, com Hélder Monteiro a colocar a bola em Rodrigo que volta a perder no duelo com Rui Santos. Quatro minutos depois, José Marcos aposta tudo com as trocas de Bino e Ladeiras por Mota e Alcides. No entanto, aos 69’, o jogador que entrara em campo quatro minutos antes para render Jucélio (Carlos Alves) faz um golo digno de qualquer estádio. Bem fora da área, acerta de pé esquerdo na bola que só parou no fundo das redes da baliza do Real. Era o 2-0 quando o Real estava em busca do empate. Quatro minutos volvidos, nova defesa de Rui Santos, desta vez a remate de Miguel Gonçalves.
Comodamente instalados numa vantagem de dois golos, a equipa do Oeiras limitava-se a defender. Aos 83’, Rodrigo recupera a bola mas não bate Rui Santos.
Já no final do período de compensação, Piki finaliza uma jogada de contra-ataque, num lance que resume todo o jogo. Eficácia do Oeiras contra a ineficácia do Real.
Os destaques positivos da partida vão para Rui Santos, jovem guardião formado no Benfica e para Rodrigo, jovem com idade para alinhar nos Juniores que, tudo indica, tem um futuro brilhante pela frente. Adaptado a central, Wilson esteve genericamente bem, apesar de ter tido dois lapsos que custaram um golo. A rever. Regressado à titularidade, o nigeriano Michael continua a ser um mistério na equipa do Real. Dotado de bons argumentos físicos e técnicos, parece ter imensa dificuldade de posicionamento dentro de campo. Se conseguir melhor este aspecto fundamental no jogo, tornar-se-á um elemento importante na equipa.
Uma nota final para o técnico José Marcos. O antigo guarda-redes tomou conta da equipa num período complicado na vida do Real. A época passada culminou com a descida de divisão. Esta época é de construção de uma equipa nova em termos de plantel e em termos etários, o que coloca diversos desafios. Apesar deste jogo ter terminado com a pior derrota das três sofridas neste Campeonato, julgo ter sido o jogo melhor conseguido pela equipa. Há que dar tempo ao tempo e respeitar o trabalho da equipa técnica. Apesar de alguns dizerem que o fair play é uma treta, querer beneficiar de lances em que dois adversários chocam um com o outro não é o “caminho”, como Marcos deixou bem claro. Houve quem não gostasse mas o futebol também deve ser carácter e dignidade, mesmo quando se perde ou principalmente quando se perde.
sábado, 17 de setembro de 2011
Calado apura Oriental
11 de Setembro de 2011 – 2ª Eliminatória da Taça de PortugalEstádio Municipal de Oeiras
Arb: Hugo Silva (AF Lisboa)
OEIRAS – Rui Santos; Damil, Lima (cap.), Nuno Abreu e Edson; Jucélio, Cuca e Bruno; Luiz Carlos, Nélson e Piki
Tr. Paulo Mendes (Paulinho)
ORIENTAL – Tiago Mota; Tiago Mota, Calado, Sandro e Amorim; Hugo Grilo, Tiago Honrado e Samarra; Sereno, Pedro Andrade e Hugo Rosa
Tr. Filipe Moreira
Como seria de esperar, a equipa visitante entrou melhor na partida, fazendo justiça ao facto de alinhar num escalão superior ao do Oeiras. O primeiro lance de algum perigo surgiu aos 16’. Hugo Rosa furou pela esquerda, cruzou para Samarra que, pressionado por Nuno Abreu, remata por cima. A jovem equipa do Oeiras acabou por equilibrar a partida mas, aos 32’, surgia a melhor chance de golo do Oriental. Surgiu numa jogada entre Hugo Rosa, Samarra e Pedro Andrade, com este último a não conseguir vencer a saída de Rui Santos a fazer a mancha. O Oriental voltava a estar por cima no jogo e, sete minutos depois, Rui Santos volta a ter trabalho face a Tiago Mota primeiro e Samarra na recarga.. Aos 41’, surge a primeira chance do Oeiras, com Piki a fugir à linha defensiva do Oriental, mas a deslumbrar-se perante a perspectiva da baliza à guarda de Tiago Mota. Em cima do intervalo, Samarra aponta um canto que ninguém desvia.
A equipa da casa entraria melhor no segundo tempo. Aos 49’, Nélson isola-se mas remata por cima. Seis minutos depois, Paulinho troca Bruno pelo criativo Jorge Cordeiro. Aos 64’, nova situação de golo para a equipa do Oeiras, com Nuno Abreu a colocar na área mas Luiz Carlos não consegue desviar.
Na resposta, Tiago Mota cruza para a área mas o experiente capitão Lima faz o corte para canto. O Oriental desperdiçava uma chance clara em contra-ataque. Aos 68’, Filipe Moreira troca Pedro Andrade por Vítor Afonso. Dez minutos depois, uma troca em cada equipa. As duas equipas trocam de avançados. Nélson por Jean na equipa da casa e Hugo Rosa por Kifuta no Oriental. Apesar destas alterações, a segunda metade do segundo tempo acabou por ser morna, com as duas equipas receosas de arriscar a eliminatória. Aos 89’, Filipe Moreira esgota as substituições, trocando de lateral-esquerdo – Amorim por Burguette. Já se jogava o período de compensação quando surgiram as duas últimas chances de golo. Primeiro foi Kifuta que, desmarcado por Sereno, remata por cima. Depois foi mesmo Sereno a finalizar ao lado uma jogada de contra-ataque em que os adeptos do Oriental já gritavam golo. Vinha aí o prolongamento.
O prolongamento não teve muitos lances dignos de registo. Ficaram apenas na memória dois lances:
99’ – A bola sobra para Piki na sequência de um canto, mas o pequeno avançado não consegue finalizar.
104’ – Na sequência de um canto do outro lado do campo, Vítor Afonso não faz melhor que o seu colega do Oeiras.
Para os últimos quinze minutos, Paulinho optou por refrescar a equipa, colocando o ex-Lourel Patrick no lugar de Luiz Carlos. O jogo acabaria por ser decidido na lotaria dos pontapés da marca de grande penalidade. Filipe Moreira sofreu muito e ter-se-á recordado de uma partida em particular que o impediu de subir à Liga de Honra. Calado acabaria por decidir a eliminatória a favor do Oriental.
0-0-Lima remata à barra
0-0-Sereno procura imitar Panenka/Hélder Postiga mas a bola sai por cima da trave
0-0-Patrick atira ao poste
0-1-Vítor Afonso é o primeiro a encontrar o caminho das redes
1-1-Jorge Cordeiro
1-2-Samarra - terceiro remate para a esquerda dos Guarda-Redes e terceiro golo
2-2-Damil
2-2-Kifuta remata para o lado direito de Rui Santos que defende
2-2-O Guarda-Redes do Oeiras procura colocar a equipa na frente mas remata por cima
2-2-Tiago Mota desperdiça a primeira bola de jogo com Rui Santos a defender
2-2-O Guarda-Redes Tiago Mota defende o remate de Cuca
2-3-Calado tem a segunda possibilidade do Oriental de acabar com a eliminatória e não desperdiça.
sábado, 28 de novembro de 2009
Quase Taça

A Associação Desportiva de Oeiras (ADO) fez a sua 3ª participação na Taça. Na estreia, chegara à 4ªEliminatória, eliminado pelo Boavista por 1-3 em casa. O adversário do último Domigo, o Pinhalnovense, está na 15ª participação. Vai para a 5ªEliminatória depois de eliminar a jovem equipa da ADO. É a quarta vez que atinge fase tão avançada na competição. Nas três ocasiões anteriores foi sempre eliminado por clubes do escalão principal – Belenenses (04/05), V.Setúbal (05/06) e Sporting (06/07). Mas a tarefa pinhalnovense não foi nada fácil.
Árbitro: Diogo Santos (Aveiro)
OEIRAS-Nuno Silva; Sérgio, Lima (cap.), Francisco e Edson; Nuno Alves, Leonel, Geraldino (Luís Tavares 54’) e Luís Carlos (Issa 72’); Jorge Cordeiro (Paulinho 80’) e Ricardinho
Tr. Pedro Borreicho (Luís Roquete ausente por doença)
PINHALNOVENSE-Pedro Alves; Tiago Sousa (Pedro Alves 69’), Hugo Costa, Santamaria e Toninho; Miguel Soares (Amaro Filipe 90’+2), Semedo, Laurindo e Mustafá; Diego e Quinaz (Ismael 64’)
Tr. Paulo Fonseca
O onze inicial da ADO apresentava uma média de 25 anos, tendo quatro titulares entre os 19 e os 20 anos de idade. No final do jogo, com as substituições, a média baixara para 23 anos, apesar da presença do capitão Lima (37 anos).
O jogo começou animado, com a equipa da casa a demonstrar personalidade frente a um adversário de escalão superior. Ainda assim, aos 12’, Toninho remata em “volley”, de fora da área, naquele que foi o primeiro lance de algum perigo. Seis minutos depois, num livre directo sobre o lado esquerdo, Ricardinho surpreende Pedro Alves com um remate rasteiro ao primeiro poste. O golo entusiasmou os jovens oeirenses, enquanto que o Pinhalnovense parecia algo surpreendido. Aos 33’, aproveitando uma falha de marcação da defesa oeirense, Quinaz remata à entrada da área, por cima da trave. Aos 37’, o médio Nuno Alves (Oeiras) vê o cartão amarelo, o que acabaria por condicioná-lo até ao fim da partida.
A fase final da primeira parte já apresentava alguma supremacia visitante. Os últimos dois minutos do primeiro tempo prometiam uma segunda parte interessante. Hugo Costa cabeceia por cima, na sequência de um canto. De imediato, o Oeiras quase faz o 2-0. No último lance da primeira parte, Miguel Soares remata com a bola a passar junto a um dos postes.
A segunda parte começa no mesmo tom, com um remate forte de Quinaz ao lado.
Aos 60’, o Oeiras reequilibra a partida, conquistando três cantos consecutivos. Quatro minutos depois, Paulo Fonseca resolve retirar Quinaz de campo, substituíndo o jovem camisa 10 pelo brasileiro Ismael.
Na primeira intervenção na partida, Ismael cabeceia à trave, façanha que repetiria sete minutos volvidos. O domínio do jogo era forasteiro e só a trave da baliza de Nuno Silva mantinha a ADO na frente da eliminatória.Os diferentes ritmos entre a 2ª e a 3ª Divisão foram evidentes na 2ª parte. Em termos individuais e até colectivos, nomeadamente na forma como fizeram circular a bola, os jovens da ADO não foram inferiores ao Pinhalnovense.
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009
Oeiras-Freiria - 1.2.2009

António Veloso está à frente do comandante da Divisão de Honra (DH) da Associação de Futebol de Lisboa (AFL). No Domingo recebeu o Freiria SC, clube que faz apenas a segunda aparição na DH e que há 5 anos jogava no degrau mais baixo do futebol distrital lisboeta. A fazer um campeonato bem acima do esperado, a equipa do Treinador-Jogador Puskas (antigo jogador de Mafra e Malveira) empregou ao jogo com o líder a competitividade que a sua classificação antecipava.
A perder por 1-0 após cabeceamento do central Meireles, os visitantes viram o seu número 10 saír, por lesão, aos 36 minutos de jogo. Para o seu lugar, entrou o holandês Ruud que, quatro minutos depois, deu a melhor conclusão à excelente jogada do capitão Luís Luz. O número 8 do Freiria foi mesmo dos melhores jogadores em campo.
A equipa da casa pareceu algo surpreendida com o golo e só se encontrou na segunda parte, depois do central Luís Pinto (Freiria) ter desperdiçado uma grande penalidade.

O relógio marcava 52 minutos de jogo. A equipa da casa ganhou novo ânimo em busca do golo da vitória que acabou por chegar pelo ex-júnior Leonel.
Os últimos vinte minutos viram um jogo partido e muito aberto, mas sem alterações no resultado.
O Oeiras não demonstrou o porquê de ser líder, enquanto que o Freiria mostrou capacidade para se intrometer na luta pelos primeiros lugares.
OEIRAS-Tiago; Edson, Meireles, Lima e Kalifa; Nuno Alves, Barbosa (Fred 80’), Geraldino (Leonel 45’) e Luís Carlos; Ricardinho (Jorge Cordeiro 45’)(Diniz 77’) e Rabá
Tr. António Veloso
FREIRIA-Gil; Gonçalo Ricardo, Estêvão Gerson, Luís Pinto e Puskas; Tiago Carmezim, Luís Daniel, Bruno Carvalho e Luís Luz (Pedro Camilo 83’); Diogo Ribeiro (Ruud 36’) e Elson
Tr. Puskas
AMARELOS – Meireles, Lima e Nuno Alves (Oeiras) e Luís Daniel (Freiria)
Destaques:
Oeiras – os jogadores que mais prometiam desiludiram. Os experientes Lima, Barbosa e Jorge Cordeiro não fizeram jus aos respectivos currícula. O ponta-de-lança Rabá foi de uma ineficácia total. O brasileiro Luís Carlos, grande destaque goleador ao longo da época, desiludiu apesar de se perceber ter um bom pé esquerdo. Pela positiva, nota para o Nuno Alves (25 anos), médio com passagens pelo Tourizense, Académica B, D.Beja, Tires e Alcochetense. Sempre em jogo, tanto passa com segurança como corta com convicção. Os laterais Edson e Kalifa subiram sempre muito bem mas só foram bem acompanhados por Leonel e Fred, jovens que ainda na época passada fizeram parte da equipa de Juniores da ADO que tão boa conta de si deu na 1ªDivisão Nacional da categoria.
Freiria – o médio Bruno Carvalho passou pelas camadas jovens do Odivelas e já jogou no Unidos e no Fanhões. Os ex-pupilos de António Veloso no Malveira, Diogo Ribeiro, Estêvão Gerson e Tiago Carmezim emprestam qualidade a uma equipa que constituíu uma agradável surpresa. O guardião Gil, brasileiro que o Oeiras foi buscar a Minas Gerais há dois anos, pareceu seguro e o Treinador-Jogador Puskas dá toques de classe, apesar de algo pesado. O loiro Ruud fez aquilo que se associa a um ponta-de-lança oriundo daquela zona da Europa – não desperdiçar oportunidades de golo. O brasileiro Elson mostrou bons pormenores mas foi bem marcado.
