Para o segundo tempo, Manuel Correia troca Mário Jorge por Janu. Ao minuto 54, na sequência de um cruzamento de Ruben Guerreiro, o quarentão Catarino cabeceia ao poste. Seis minutos depois, dupla substituição no Sacavenense com as entradas de Neio e Cláudio para os lugares de Beirão e Juninho. Pouco depois, Bolinhas cruza para a área e Catarino finaliza. No entanto, o árbitro assistente assinalara fora-de-jogo que não se consegue avaliar nas imagens.
sexta-feira, 7 de junho de 2013
Descer com a subida ali tão perto
Para o segundo tempo, Manuel Correia troca Mário Jorge por Janu. Ao minuto 54, na sequência de um cruzamento de Ruben Guerreiro, o quarentão Catarino cabeceia ao poste. Seis minutos depois, dupla substituição no Sacavenense com as entradas de Neio e Cláudio para os lugares de Beirão e Juninho. Pouco depois, Bolinhas cruza para a área e Catarino finaliza. No entanto, o árbitro assistente assinalara fora-de-jogo que não se consegue avaliar nas imagens.
sábado, 16 de março de 2013
Destinos distintos
domingo, 23 de dezembro de 2012
Bom jogo, melhor vitória
sábado, 3 de março de 2012
Jorge Faustino estragou o jogo
quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012
Irmãos no banco
domingo, 20 de novembro de 2011
Sacavenense-Real deu empate
13/11/2011 SACAVENENSE-Carlos Gomes; Pedro Marques, Diogo, Vilela e Bebé; Sandro, Armindo (cap.), Amaral e Rodrigo; Godinho e Cacito. Tr. Luís Silva
REAL-André Martins; Miguel Gonçalves, Bruno Lourenço, Dino (cap.) e Wilson; Kikas, Michael, Ladeiras e Amar; Alcides e Hélder Monteiro. Tr. José Marcos
Num jogo equilibrado que não teve oportunidades de perigo durante os primeiros minutos, o Real chegou ao golo aos 19’, num lance em que a bola chega ao fundo das redes após um lançamento lateral e depois de ser cabeceada por quatro jogadores. Raro! Na resposta, Bebé marca um livre que Dino desvia para a baliza mas André Martins defende. Aos 25’, por lesão, Sandro é substituído por Salvador. Seis minutos depois, livre de Amaral e Diogo cabeceia para defesa de André Martins. O Sacavenense procurava o empate. Pouco depois, Rodrigo (Sacavenense) remata forte, mas de muito longe e ao lado. Aos 35’, Amaral remata à figura do Guarda Redes do Real. Pouco depois, o irrequieto Salvador vê o primeiro amarelo. O Real concedia a iniciativa do jogo ao Sacavenense que não criava lances de perigo. Para a segunda parte, Luís Silva troca o capitão Armindo e faz entrar o jovem Paulo Neves. Aos 50’, três cantos consecutivos favoráveis à equipa da casa. Cinco minutos depois, Salvador remata de longe à figura de André Martins. Aos 60’, José Marcos troca Amar por Tiago Gonçalves. No minuto seguinte, surge o golo do Sacavenense. Cacito antecipa-se a Wilson e faz o golo do empate que seria resultado final. Aos 65’, Godinho marca um livre por cima. Três minutos depois, uma substituição para cada equipa. No Sacavenense, sai Rodrigo para entrar Tiago Antunes e, no Real, sai Ladeiras para a entrada de Rodrigo. Aos 71’, Dino marca um livre frontal muito por cima. Pouco depois, Tiago Antunes imita o capitão do Real. No minuto seguinte, José Marcos esgota as substituições, trocando Alcides por Luís Carlos. O jogo continuava dividido mas sem surgirem lances de perigo. Aos 87’, Miguel Gonçalves vê o segundo amarelo em três minutos e é expulso. O Sacavenense apostava tudo em chegar à vitória e Diogo cai na área em dois lances com Wilson. O árbitro nada assinalou e os jogadores da casa também não protestaram. Já em período de compensação, Salvador também é expulso por acumulação de amarelos. Nos instantes finais, Bebé consegue escapar da amostragem de amarelo em duas faltas sobre Hélder Monteiro. O jogo terminaria pouco depois, com o central Vilela a jogar inferiorizado nos últimos minutos do jogo. Numa partida bem arbitrada pela equipa dirigida por José Figueiredo, o Real continua sem perder em Sacavém e a Série E da 3ªDivisão mantém o equilíbrio pontual, a duas jornadas do final da primeira volta da 1ªFase.
quarta-feira, 31 de agosto de 2011
Sacavenense apurado na Taça de Portugal
A época 2011/12 começou oficialmente para Sacavenense e Porto da Cruz no passado Domingo, com a disputa da 1ª Eliminatória da Taça de Portugal. O Sacavenense nunca nunca recebera uma equipa madeirense para jogos da Taça. Por outro lado, o Porto da Cruz viajava pela primeira vez ao Continente para disputar um jogo oficial. À partida, esperava-se um jogo desequilibrado. O início pareceu confirmá-lo...
SACAVENENSE – Carlos; Ricardo, Vilela, Bebé e Beto; Armindo (cap.), Tiago Antunes e Tiago Figueiredo; Barroso, Godinho e Tiago Cabral
Não utilizados – Fins, Teixeira, Baptista e Paulo Neves
Tr. Luís Silva
AD PORTO da CRUZ – Egídio; Libónio (cap.), Igor, Nuno e Leonardo Ornelas; Careca, Milhupa e Miguel Alves; Filipe Sousa, Hélder Rodrigues e César
Não utilizados – Paulo, Nélio e Bruno
Tr. Leonel Morais
Logo no minuto inicial, um bom lance de Barroso pela direita e cruzamento para Tiago Cabral rematar com Egídio a fazer aquela que seria a primeira de muitas defesas de recurso. Aos 5’, Egídio coloca a bola nos pés de Tiago Cabral que, deslumbrado com o brinde, passa para Godinho que remata fraco. O jogo só dava Sacavenense e, aos 12’, surgiu o primeiro golo num livre marcado por Tiago Figueiredo para a cabeçada certeira de Vilela.
A toada do jogo manteve-se favorável à equipa de casa. Já passara a primeira meia hora de jogo quando o Porto da Cruz conquistou o primeiro canto, por Filipe Sousa. Na sequência do canto, boa defesa de Carlos que coloca a bola para o contra-ataque. O lance é interrompido e César acaba por ver o segundo amarelo, abandonando o campo com gestos ofensivos para o público.
A equipa do Porto da Cruz até reagiu bem à inferioridade numérica e, aos 43’, viu-se o melhor lance da equipa madeirense. A bola termina na baliza do Sacavenense mas a jogada é anulada por fora-de-jogo. No entanto, em cima do intervalo, Tiago Cabral finaliza um lance construído pelo lado direito, respondendo bem a um cruzamento de Godinho.
Confortados pela vantagem de dois golos, a equipa do Sacavenense acabou por ser surpreendida pela reacção do opositor. Durante a segunda metade, a equipa do Porto da Cruz provou não ser tão fraca como a primeira parte pareceu provar. Aos 53’, Careca, um dos melhor elementos dos inslares, remata por cima. Os minutos que se seguiram foram muito irregulares devido às várias substituições efectuadas. Aos 59’, no Sacavenense, sai Beto para entrar Rodrigo. Três minutos depois, no Porto da Cruz, sai Miguel Alves e entra o jovem Tiago que mexeu no jogo.
Aos 66’, dupla substituição na equipa da casa. Saem Barroso e Tiago Cabral para entrar Amaral e Cacito. Quatro minutos depois, o Porto da Cruz reduz. Bom lance com a bola a passar por Filipe Sousa, Milhupa e Hélder Rodrigues, sendo Nuno a finalizar. O Porto da Cruz persistiu na procura do empate mas não mais voltou a criar perigo para as redes defendidas pelo jovem Carlos. Em contra-ataque, aos 76’, Amaral foge do fora-de-jogo mas não vence a mancha feita por Egídio. Dois minutos depois, Leonel Morais troca Leonardo Ornelas por Sérgio. Pouco depois, as equipas ficam em igualdade numérica, após Vilela ver o segundo amarelo. Aos 88’, assiste-se à melhor oportunidade do Sacavenense no segundo tempo com Cacito a rematar cruzado junto ao poste. Já em período de compensação (90’+4), o Guarda-Redes Egídio vê o vermelho directo na sequência de mais uma entrada violenta, desta vez fora da área. Com o jogo a terminar, Leonel Morais não coloca Paulo em campo, terminando Filipe Sousa na baliza.
Paulo Rodrigues apitou uma partida relativamente simples com critério apertado em termos disciplinares, mas esteve bem.
Destaque para a reacção do Porto da Cruz perante a superioridade evidenciada pelo Sacavenense. A equipa treinada por Luís Silva não poderá facilitar nos jogos a contar para a Série E da 3ªDivisão que se aproximam. Na equipa do Porto da Cruz, para além dos já destacados Careca e Tiago, nota de realce para Filipe Sousa (Jogou no Caniçal e Machico) que provou ser um jogador acima da média dos restantes colegas. Refira-se que a equipa do Porto da Cruz apresentou no banco duas figuras com nome no futebol português. O técnico principal é um antigo lateral, hoje com 42 anos, que jogou no escalão maior pela U.Leiria, Chaves, Braga e Campomaiorense, tendo pendurado as chuteiras ao serviço do Câmara de Lobos, no final da época 2005/06. A seu lado, sentou-se o “massagista” Marco Freitas (39 anos completados nesta 2ªFeira), antigo médio que chegou a jogar no Benfica treinado por Juup Heynckes, em 1999/00. Depois de dar os primeiros pontapés ao serviço do Machico, terminou a formação no Nacional. Após uma época cedido ao Machico na estreia como sénior, regressou para três épocas no Nacional a jogar na Liga de Honra. Destacou-se o suficiente para ser contratado pelo V.Guimarães, onde jogou três épocas. Depois de uma época no Benfica em que pouco jogou, representou ainda Alverca, Salgueiros, Felgueiras, Pontassolense e terminou no Machico, onde começara. Totalizou 112 jogos e 6 golos na 1ªDivisão e 98 jogos e 6 golos na Liga de Honra.
segunda-feira, 26 de abril de 2010
Em primeiro

Sacavenense-Ginja; Tiago, Rogério, André (Pina 45') e Perdigão; Armindo, Jorginho e Marocas; Baptista (Vilela 45'), Godinho (Bandeira 89') e Cláudio (Tera 89')
Tr. Luís Silva
Pero Pinheiro-Ferro; Maruca, Nascimento (Kiko 72'), Américo e João Anjos; Aguiar, Adilson (Ricardo Bento 57'), Rodrigo e Rui Figueiredo (Serrinha 57'); Marcos e Mix
Tr. Paulinho
Há anos que não ía ao Estádio do Sacavenense. Perante o bilhete 'Geral', perguntaram-me se tinha algo a 'ver com o Sacavenense'. Respondi que não era de nenhum dos clubes, pelo que me deixaram entrar para junto dos adeptos da casa. O adversário era a sempre complicada equipa do Pero Pinheiro. Colocada a meio da tabela, a matemática ainda permitia aos visitantes sonhar. O jogo até começou melhor para o P.Pinheiro que, aos 23 minutos, protagonizou a primeira jogada com relativo perigo. Após contra-ataque conduzido por Mix, Marcos desviou por cima. A partir daqui, os lances perigosos pertenceram por inteiro ao Sacavenense.
Aos 33’, Armindo quase surpreendeu Ferro num remate de fora da área. Sete minutos depois, Baptista falhou o chapéu a Ferro, quando estava isolado. A dois minutos do intervalo, Nascimento (central do Pero Pinheiro) viu o cartão amarelo num lance em que atinge Godinho na face. Nos lances disputados com Godinho, o central teve sempre uma postura intimidatória. No minuto seguinte, Marocas foi expulso por acumulação de amarelos. Num jogo em que o Pero Pinheiro jogava ainda a hipótese de se aproximar do duo da frente, tudo parecia conjugar-se nesse sentido. No entanto, a equipa do Sacavenense regressou do intervalo fortalecida pelo sonho da subida. As oportunidades foram surgindo. Aos 56’, Cláudio desperdiça, cabeceando ao lado após cruzamento de Rogério do lado esquerdo. Aos 60’, Cláudio volta a cabecear sem acerto. Cinco minutos depois, Tiago faz o único golo do jogo num remate de ressaca à entrada da área.
A partir daí, o Pero Pinheiro procurou reagir sem, no entanto, criar perigo para a baliza de Ginja. A quatro minutos do fim, foi mesmo Godinho que desperdiçou o 2-0 quando, isolado, rematou à figura de Ferro. A resposta sacavenense perante a inferioridade numérica foi tal que, em diversos momentos, parecia ser o visitante a alinhar com dez elementos.
Com a derrota do Lourel em Ponte de Rol, a equipa orientada por Luís Silva chegava ao primeiro lugar. Ontem, os dois primeiros venceram, pelo que a luta pela subida continua.
sábado, 10 de abril de 2010
Lourel e/ou Sacavenense
Esta época assisti a dois jogos do Lourel e a dois jogos do Sacavenense. Um deles foi o Lourel-Sacavenense de dia 21 de Março. Mas comecemos pelo início. Assisti à visita do Sacavenense ao Francisco Lázaro. Apesar de derrotados, saí de Benfica com a sensação de que o Sacavenense apresentara maior consistência. O Lourel assumiu a liderança da prova desde cedo. Aquando da visita do vizinho Pero Pinheiro, então em último, fui até Lourel assistir ao derby. Coincidência ou não, a equipa da casa voltou a estar desinspirada. Desinspirada foi a ilacção que retirei naquela altura e que foi sendo reiterada pela manutenção da liderança, jornada após jornada, dos sportinguistas de Lourel. Quando, no dia 21, e apesar da chuva, me desloquei a Lourel, aguardava-me um jogo entre os dois primeiros classificados do escalão principal da AF Lisboa.
Tal como acontecera da última vez que os vira jogar, o Lourel voltou a perder em casa. Num jogo em que o Sacavenense foi quase sempre superior, o Lourel voltou a não (me) mostrar porque segue na liderança da prova. É verdade que a diferença que fez o resultado (1-3) se justifica, em parte, pelos erros defensivos que foram determinantes em dois golos sacavenenses. Mas não justifica tudo. Em termos ofensivos, o Lourel foi pouco mais que inofensivo, apostando muito num futebol directo sem resultados. O Sacavenense, para além de defender de forma acertada, mostrou maior capacidade ofensiva. Cláudio e Godinho foram artistas à solta na sombra da Serra. Quem nunca assistiu a jogos dos escalões inferiores pode achar exagero usar a expressão 'artistas', mas não é. Há excelentes valores nos Distritais que, por vários motivos, não ocupam lugares em escalões superiores. É um tema a que regressarei em breve. Voltando ao jogo, o jovem Tiago, guardião do Lourel, foi protagonista por bons e maus motivos. Defendeu um penalty marcado por Jorginho, mas viria a ser mal batido no lance do 1-3. Este Domingo, o Lourel recebe o Alta de Lisboa, enquanto que o Sacavenense visita a Malveira. Até ao fim, o Lourel ainda receberá o Venda do Pinheiro, o Futebol Benfica e o Encarnacense, visitando Ponte de Rol, Vialonga, Linda-a-Velha e Cacém. Por sua vez, o Sacavenense receberá o Pero Pinheiro, o Freiria e o Alta de Lisboa, tendo deslocações aos campos de Charneca, Tires, Talaíde e Ponte de Rol. Em teoria, o calendário do Sacavenense apresenta maior grau de dificuldade. Ainda assim, não me surpreenderia que o clube que celebra o primeiro centenário cumprisse o desejo de regressar aos Nacionais. A repetir-se o cenário da época passada, quem sabe se não é acompanhado pelo Lourel.
No miolo, Augusto e o experiente Zezinho não tiveram chances frente a Jorginho e Marocas, dupla do miolo sacavenense, com Armindo sempre por perto. Trio de respeito na Divisão de Honra da AFL.
sábado, 3 de outubro de 2009
Futebol Benfica-Sacavenense - Qualidade em Dia de Eleições
Em dia de eleições legislativas, Futebol Benfica e Sacavenense voltaram a disputar um jogo de futebol, após duas épocas em que disputaram escalões diferentes. O popular Fofó desceu da 3ªDivisão Nacional, enquanto que o Sacavenense regressou ao principal escalão do futebol lisboeta.
Jogava-se a 3ª ronda da Divisão de Honra da AFL desta época. À partida, esperar-se-ía uma partida desequilibrada a favor dos da casa. No entanto, a equipa do Sacavenense apresentou-se sempre desinibida, sendo mesmo aquela que apresentou o melhor futebol em campo. Aliás, registe-se que não me recordo de ver o Fofó jogar tão pouco, o que também contribuíu para o destaque do Sacavenense. No entanto, isto não impediu a vitória dos de Benfica, devido a um auto-golo logo a abrir a segunda parte e a uma boa finalização de Marmelo, a sete minutos do fim.
Mas o destaque maior da partida foi ter assistido a uma exibição cheia de qualidades de um tal de Godinho, jovem que não conhecia, o que só aguçou mais a minha curiosidade. Técnica, velocidade e semelhanças com Luka Modric, o internacional croata. Godinho é um jovem acabado de completar 20 anos. Formado no Belenenses, chegou mesmo a ser convocado para os sub-18 de Portugal. Na época passada, esteve no Atlético do Cacém até Dezembro, quando foi ajudar o Sacavenense a regressar à Divisão de Honra. Esta época, o Odivelas (2ªDivisão) foi buscá-lo. No entanto, aconteceu a Godinho algo que é cada vez mais recorrente. Ainda estávamos em Setembro quando Godinho se viu forçado a abandonar o Odivelas por “motivos profissionais”. Regressou ao Sacavenense. Por estes dias, o defesa belenense Barge referia-se ao facto de haver bons valores nas divisões inferiores do nosso futebol. Tem razão. Quando jogadores talentosos como Godinho têm de alinhar nos Distritais, algo de muito negativo se passa no nosso futebol. Neste caso, beneficia o Sacavenense.
Partilhou com os colegas de equipa uma imensa vontade de vencer, mas via-se que a qualidade individual se destacava dos restantes. Jogo concluído com vitória do Fofó por 2-0 e voto depositado na urna, restava descobrir quem seria este Godinho. Aqui fica o resultado da “descoberta”.
domingo, 19 de outubro de 2008
Taça da AF Lisboa - Agualva vs Sacavenense
No passado Domingo, sofreu a primeira derrota da época na deslocação ao campo do Ginásio 1ºMaio da Agualva, tendo regressado a Sacavém com três golos na bagagem. Quis o sorteio da Taça da AFL que se voltassem a encontrar, no mesmo recinto, uma semana depois. O técnico Nuno Lopes escalou o onze inicial visível na foto.
A equipa apresentava uma média etária de 24 anos, onde não pontificava o experiente Tino que, aos 37 anos, depois de alinhar com a camisola do rubra e negra em quatro escalões diferentes, ainda marca presença no plantel do “seu” Sacavenense.
Não assisti ao jogo da semana passada. No entanto, o desta tarde foi totalmente dominado pelos de Sacavém que, aos 25 minutos de jogo já tinham igualado o marcador do jogo anterior, mas a seu favor. No final, o resultado foi 5-1.
Destaques para o tridente ofensivo composto por António, Bandeira e Alhinho, assim como para os sempre perigosos lançamentos laterais “à Binya” de Cobra e Perdigão. A jogar à frente dos centrais, o experiente Jorginho foi pendular.
A rever:
O central ANDRÉ (20 anos) veio a época passada dos Juniores do Casa Pia e parece um jogador com capacidade para outros palcos.
ALHINHO (19 anos), cujo nome de baptismo até é Valdo, apresentou técnica, apesar de algum individualismo na segunda metade do jogo. Fez dois golos, ambos em lances de bola parada. No primeiro, marcou da marca de grande penalidade, O segundo foi de livre directo, fazendo a bola entrar no canto inferior direito da baliza do Agualva.
Autor do primeiro golo, o pequeno BANDEIRA (segunda época no clube, proveniente do Palmense) foi sempre um jogador muito móvel, capaz de fazer mossa na defensiva adversária, o que até culminou na sua expulsão, num lance típico do nosso futebol. Reteve a bola com o jogo já interrompido e foi empurrado por um adversário. O árbitro correu para amarelar o defesa do Agualva mas também o avançado sacavenense que terá dito algo que fez o árbitro mostrar novo cartão. A verdade é que o Sacavenense foi superior, mesmo com 10 jogadores.
Olhando para a sua história, o lugar do Sacavenense é outro bem diferente do que agora ocupa. Este início de época promete algo de positivo. Neste caso, só pode passar pela subida ao escalão maior da AFL.


